quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Street Fighter nos Quadrinhos e o Novo Mangá Alpha

Fala galera!

Como fã de tudo que sai do Street Fighter, tenho que dizer que estava um tanto quanto revoltado.
Quem visita sites gringos de quadrinhos e mangás, existe um sem número de séries do SF.
Aqui no Brasil, foi uma coisa bem superficial, e tenho que aplaudir a antiga editora Escala por tentar trazer essa série pra esta terra esquecida.


A princípio, saíram duas ou três edições de "mangás", mas eram mais de zoeira, ao invés da pancadaria que todos estavam aguardando. Os desenhos eram bem fraquinhos, mas serviram por hora pra matar a curiosidade do povo.


As capas das primeiras edições de SF: poderia ser melhor, creio eu...


Então a editora Escala conseguiu trazer o que seria a revolução em termos de quadrinhos de games:
Street Fighter II, com belos desenhos, e uma temática mais adulta. Quem produziu essas histórias na gringa foi a Malibu Comics. Era isso que a galera precisava!

Segunda tentativa dos quadrinhos: Até deu certo, mas...

Mas a Malibu deu mancada: fez uma curva muito torta na história dos personagens do game, como por exemplo, o Ryu ter um caso romântico com a Chun Li, e o que arrebentou com tudo foi o Sagat, a mando de Vega (ou M.Bison), matar o Ken, logo na segunda edição!!!

A Capcom não gostou muito disso, e na terceira edição suspendeu a produção. Ou seja, deste novo quadrinho, apenas três edições lançadas.
Mas como a editora Escala viu o potencial do material, e a carência de quem curtia SF, continuou a produção dos quadrinhos, com desenhistas e roteiristas nacionais! Uma bela sacada!!


As edições da edição 100% nacional: a Escala fez o que todos queriam:
Porradas e ninguém morria! Valia a pena comprar!!


Claro que a pancadaria rolava solta, e até o Akuma teve sua história. Mas também chegou ao fim, infelizmente.
Teve também uma série com quatro edições, o "Street Fighter Zero", inspirado no game SF Zero 3, que foi um sucesso do cacete por aqui. Mas apenas quatro edições mesmo.

SF Zero: Qualidade, pena que durou pouco...

E neste ano, a editora New Pop nos traz o premiado mangá Street Fighter Alpha, de Masahiko Nakahira.
O mangá conta a história do Ryu, que começa a ser atormentado pelo "Satsui No Hadou" (ou Dark Hadou), e isso chama atenção da organização Shadaloo, que promove lutas clandestinas para encontrar lutadores fortes.


Com acabamento de primeira, 168 páginas, desenhos primorosos e preço camarada (R$ 19,90), serão apenas duas edições. Mas pela importância deste mangá, será um presente para os fãs.


Quando digo importância, imaginem só: o Evil Ryu foi acrescentado no game por causa deste mangá. Tá bom assim?

Curte Street Fighter? Compre já sua edição!
Eu já li o minha!

Mötley Crüe - Aposentadoria e Última Turnê

Fala galera!

Fiquei muito sentido com o anúncio na data de ontem (28/01/14) que a banda Mötley Crüe anunciou a aposentadoria da banda (não dos músicos) e sua última turnê.


Com mais de 30 anos de estrada, a banda conhecida como "a mais notória banda de Rock" tem uma importância fundamental no Rock como conhecemos hoje. Muitas bandas foram influenciadas por eles. E marcaram seu nome na história do Rock. Mas decidiram encerrar suas atividades, com os 4 integrantes originais.

Chamada para o anúncio.

Vince Neil, Nikki Sixx, Tommy Lee e Mick Mars chegaram a conclusão que não há porque adiar o inevitável e na própria visão deles, "é melhor parar enquanto estamos por cima.".
A turnê tem início em julho, e percorre até 2015, que por acaso todos os membros da banda assinaram um documento que após o final da turnê, nenhum deles pode usar o nome "Mötley Crüe" para seus projeto paralelos.

Documento assinado: o fim de uma era.
A turnê final: se passar pelo Brasil, ótimo, senão, nunca mais veremos!
A turnê tem o nome de "All Bad Things Must Come to an End", e Alice Cooper irá abrir seus shows.
E claro que apresentaram outros detalhes, como um filme biográfico da banda e um disco de tributo.
Com isso, o Rock perde um pouco do brilho. No fim do ano passado, o genial Lou Reed morre, e agora o Mötley Crüe aposenta. Mas uma frase que ouvi a muito tempo define bem essa situação:

"Os homens passam, as músicas ficam".

Confiram o vídeo do anúncio:


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Heaven and Hell - The Devil You Know

Fala galera!

Este post é bem saudosista, e é um pedido da parceira Marciela do blog Meu Mundo é Assim, já que vou falar do último projeto do querido Ronnie James Dio, a banda Heaven and Hell!

Formada por Dio nos vocais, Tony Iommi na guitarra, Geezer Butler no baixo e Vinny Appice na bateria, e lançaram seu único álbum em 2009, chamado "The Devil You Know".

Da esquerda pra direita:
Vinny, Iommi, Dio e Butler.

Na realidade, o nome Heaven and Hell foi inspirado no primeiro disco do Black Sabbath que Dio assumiu os vocais com a saída de Ozzy, sob o mesmo nome, lançado em 1980.
Iommi se juntou a Butler, e logo incluíram Dio e Vinny no projeto, mas não poderiam usar o nome de Black Sabbath, já que a banda havia sido indicada no Rock and Roll Hall of Fame. Para essa indicação, Ozzy deveria assumir os vocais, então nada mais justo o nome Heaven and Hell para a banda.

Quebra tudo, Dio!!

Tido como um dos mais carismáticos, expressivo e de voz marcante, Dio não deixou transparecer a idade e a doença que o afetavam na gravação do álbum (e no póstumo ao vivo "Neon Nights"), seus vocais ficaram perfeitos, e claro que Iommi e suas guitarras marcantes (falar o que do cara que criou o riff mais famoso de todos os tempos, com "Iron Man"?), Butler marcando bem com seu baixo e Vinny destruindo tudo na batera, gravaram um disco para a entrar na história do Rock.

Capa do álbum: muito bela!!

A capa do disco é uma das mais belas (e perturbadoras) capas que já vi! 
A faixa de abertura "Atom & Evil" deixa claro que Heaven and Hell não é apenas um projeto paralelo, "Bible Black" (minha favorita) é pesada e densa, uma volta aos anos 70, "Rock & Roll Angel" é linda demais.
Quem não ouviu, não sabe o que está perdendo. Quem já ouviu, corre e escuta de novo.

Segue Tracklist:

Atom & Evil
Fear
Bible Black
Double the Pain
Rock & Roll Angel
The Turn of the Screw
Eating the Cannibals
Follow the Tears
Neverwhere
Breaking into Heaven 

Saudades do vocalista que nos trouxe a mão chifrada \m/, que se tornou o símbolo do Rock e o cagaço dos fanáticos religiosos!
Um salve para Ronnie James Dio!


Guns n' Roses - Chinese Democracy

Fala galera!

Desde que a banda chegou ao "fim", o Guns 'n Roses vive sendo motivo de piadas. Claro, todos os integrante que saíram conseguiram manter uma sólida carreira. Mas e Axl Rose? O que ele pensou em fazer a respeito?

Tido como uma lenda urbana da música (e por pouco não se encaixa nos "casos sinistros" aqui do blog) o profético álbum do "novo" Guns n' Roses, chamado "Chinese Democracy", começo a ser trabalhado em 1996, mas entre idas e vindas de músicos, problemas com álcool e drogas, e rolos nos tribunais, nunca saiu do papel.


Finalmente lançado em 2008, "Chinese Democracy" traz uma sonoridade diferente do que estamos acostumados a ouvir. O som é mais voltado para a vertente Industrial, e a voz de Axl não está no auge como nos anos 90.
Mas o álbum é muito bom sim! Voltamos aquela velha história: os fãs querem que a banda faça o mesmo tipo de som durante 20, 30, 40 anos, não aceitam experimentações dos músicos. O mesmo arroz com feijão sempre.

Axl Rose é o único músico da formação original.

Com um custo de 13 milhões de dólares, ganhou um apelido de "o álbum mais caro nunca feito". O próprio Axl não negou a influência do Rock Industrial, já que ele mesmo adora o estilo, e acabou descrevendo como uma "gravação muito complexa", ele disse que tentou fazer algo diferente, com influências do Queen, toques de Blues entre outras coisas. E conta com a participação do cantor e amigo de Axl, Sebastian Bach.

As faixas "Madagascar" e "Street of Dreams" (antes chamada de "The Blues") já rondavam a internet em suas versões inacabadas. O disco foi um grande sucesso de vendas e críticas, somente no Brasil uma grande parte do povo não curtiu.

Não podemos negar, Axl ao vivo ainda tem presença de palco!

Particularmente, eu curti bastante o disco.  As faixas "Shackler's Revenge", "If the World", "There Was a Time" (violenta), "I.R.S" (uma volta aos tempos de "Use Your Illusion") e " Madagascar" devem ser ouvidas no talo! Acho que as bandas tem que acompanhar a evolução do Rock. E Axl fez bem o que queria, até que enfim, deixar o disco com a cara dele, sem palpites de niguém. E deu certo.

Segue tracklist:

Chinese Democracy
Shackler's Revenge
Better
Street of Dreams
If the World
There Was a Time
Catcher in the Rye
Scraped
Riad N' the Bedouins
Sorry" (com Sebastian Bach)
I.R.S.
Madagascar
This I Love
Prostitute

Não sei se é um clipe oficial ou feito por fãs, mas achei bacana postar ele aqui!
Curtam aí "There Was a Time"!!


Foo Fighters - There is Nothing Left to Lose

Fala galera!

Atendendo o pedido do Parceiro Raphael do blog Caçadores de Medo, vamos falar de um dos melhores discos de uma das bandas mais reconhecidas da atualidade: "There is Nothing Left to Lose", do Foo Fighters!


Conhecido como o eterno baterista do Nirvana, Dave Grohl teve que suar muito pra sair dessa sombra. E acredito que foi com esse álbum que ele conseguiu.

Lançado em 1999, e é o terceiro álbum da banda, mostra um som mais maduro e pesado que os dois álbuns anteriores. Músicas bem trabalhadas, incluindo a paulada "Breakout" que fez parte da trilha sonora do filme de Jim Carrey "Eu, eu mesmo e Irene", e tem um clipe muito bom (confiram abaixo).

A faixa de abertura "Stacked Actors" é pesadíssima, e é uma zoação aos atores mais sem vergonha que existem em Hollywood. "Learn to Fly" que tocou demais nas rádios aqui do Brasil (e ainda toca) ganhou um Grammy. Aliás, o disco ganhou um Grammy!

É complicado destacar mais alguma faixa, já que na minha opinião, é aquele disco que a gente escuta inteiro, e no talo, claro.

Segue tracklist:

Stacked Actors
Breakout
Learn to Fly
Gimme Stitches
Generator
Aurora
Live-In Skin
Next Year
Headwires
Ain't It The Life
M.I.A

A visão e ambição do Dave Grohl com a banda o levou ao que eles são hoje.
E não é por acaso que ele é muito requisitado pra tocar com outras bandas, anotem aí:

Bruce Springsteen, Chris Martin (Coldplay), David Bowie, Eagles of Death Metal ,Eddie Vedder (Pearl Jam), Gnarls Barkley, Jack White, Jimmy Page (Led Zeppelin), John Paul Jones (Led Zeppelin), Juliette Lewis (Juliette and the Licks), Lars Ulrich (Metallica), Lemmy Kilmister (Motörhead), Paul McCartney, Peter Frampton, Queen, Rush, Queens of the Stone Age, Red Hot Chili Peppers, R.E.M., Serj Tankian (System of a Down), Slash, Tenacious D, The Prodigy, Tom Petty and the Heartbreakers, Trent Reznor (Nine Inch Nails), Max Cavalera (Sepultura, Soulfly), Alanis Morissette, Joan Jett, Roger Waters (Pink Floyd), Corey Taylor (Slipknot, Stone Sour), Cage The Elephant.

Acho que tá bom, né?
Curtam o clipe de "Breakout"!



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Lou Reed - Box Collection

Fala galera!

É muito chato quando um músico que gostamos morre, ou de velhice, como no caso de Lou Reed, ou de outras doideiras. Mas para colecionadores, é uma faca de dois gumes: quando o artista está vivo, seus álbuns somem, ficam cada vez mais raros de encontrar, e quando encontrados, são caros pra cacete.
Depois que morrem, as gravadoras decidem dar uma fuçada em seus arquivos, e relançam várias coisas interessantes.

Lou Reed em seu último ensaio fotográfico.

Foi quando me deparei com esse box de colecionador com os cinco primeiros álbuns de Lou Reed, que por acaso já não eram mais encontrados, e dois deles eram caros demais.
E para minha surpresa, o box esta com um preço muito acessível!


Logo após sua saída da banda Velvet Underground, Lou começou sua carreira solo. Se atirou à psicodelia, ao glam, ao experimentalismo... e ficou famoso por um cartaz criado por "defensores" dos bons modos americanos, com sua foto como se fosse um bandido, sendo acusado de fazer uma geração inteira se tornar homossexual (com uma gíria mais suja) e viciados.

O famoso cartaz da década de 70.

Com letras ricas, complexas, e claro, Reed era um ótimo contador de histórias, esse box é um verdadeiro tesouro do Rock Alternativo. E como já foi dito anteriormente, o lendário crítico musical Lester Bangs definiu muito bem as letras de Lou:

"Lou Reed trouxe dignidade, poesia e rock and roll a temas como as drogas pesadas, as anfetaminas, a homossexualidade, o sadomasoquismo, o assassinato, a misoginia, a passividade entorpecida e o suicídio".

Segue abaixo os álbuns e suas tracklists:

Lou Reed


"I Can't Stand It"
"Going Down"
"Walk and Talk It"
"Lisa Says" 
"Berlin"
"I Love You" 
"Wild Child"
"Love Makes You Feel" 
"Ride into the Sun" 
"Ocean"

Transformer


"Vicious"
"Andy's Chest"
"Perfect Day"
"Hangin' 'Round" 
"Walk on the Wild Side"
"Make Up" 
"Satellite of Love"
"Wagon Wheel" 
"New York Telephone Conversation"
"I'm So Free"
"Goodnight Ladies"
"Hangin' 'Round" [Acoustic demo]*
"Perfect Day" [Acoustic demo]*

Berlin


"Berlin"
"Lady Day"
"Men of Good Fortune"
"Caroline Says I"
"How Do You Think It Feels"
"Oh, Jim"
"Caroline Says II"
"The Kids"
"The Bed"
"Sad Song"

Sally Can't Dance


"Ride Sally Ride"
"Animal Language"
"Baby Face" 
"N.Y. Stars"
"Kill Your Sons"
"Ennui"
"Sally Can't Dance"
"Billy"
"Good Taste"*
"Sally Can't Dance" (Single Version)*

Coney Island Baby


"Crazy Feeling" 
"Charley's Girl"
"She's My Best Friend"
"Kicks"
"A Gift"
"Ooohhh Baby"
"Nobody's Business"
"Coney Island Baby"
"Nowhere at All"*
"Downtown Dirt"*
"Leave Me Alone"*
"Crazy Feeling"*
"She's My Best Friend"*
"Coney Island Baby"*

As músicas marcadas com o "*" são exclusivas do box!
Aproveitem para conhecer melhor o trabalho desse gênio!

domingo, 5 de janeiro de 2014

Livro: Corey Taylor - Sete Pecados Capitais

Fala galera!
Fiquei feliz pra cacete quando fui na livraria e pra meu espanto, encontro o livro do Corey Taylor!
Já havia mais de 2 anos que estava na espera, e nada de tradução. Mas agora foi!


Corey Taylor, vocalista do Slipknot e Stone Sour, lançou este livro originalmente em 2010.
Chamado "Sete Pecados Capitais" (Seven Deadly Sins), conta com pouco mais de 240 páginas, e mostra que além de um músico competente, Taylor é uma das mentes mais brilhantes do Rock 'n Roll moderno.

Taylor conta sua vida, desde sua infância em Des Moines, Iowa, sua adolescência e seus vícios em drogas e álcool, e faz a associação das passagens de sua vida com os sete pecados capitais.
Além de interessante, traz um humor ácido, pensamento rápido e certeiro.
Se alguém comprar achando que fala só do Slipknot ou Stone Sour, esquece.
Fala em alguns momentos, mas na realidade é uma crítica bem pensada ao jeito americano.

É o tipo de livro que você lê, absorve e depois lê de novo, de tão prazerosa a leitura.
Vale a pena!

Casos Sinistros da Música

Fala galera!
Mais um caso sinistro que posto aqui pra vocês...
Eu sei que falo bastante do Manson aqui, mas ele tem umas histórias muito sinistras, e fora que ele é, disparado, um dos caras mais envolvidos em lendas urbanas pela internet.

Vamos começar do inicio...
O Marilyn Manson foi contratado pelo Trent Reznor, que nada mais é que a cabeça pensante da banda de Rock Industrial Nine Inch Nails.
Reznor comprou uma casa em New Orleans, Louisiana, e fundou o estúdio Nothing Records.

Capa do 1º disco do Marilyn Manson.

Essa casa já tinha um histórico macabro: conhecido como caso Tate-LaBianca, um dos crimes mais sinistros acontecido nos Estados Unidos, foi onde Charles Manson e a Família Manson mataram, com requintes de crueldade, a atriz e esposa do diretor Roman Polanski, Sharon Tate, grávida de oito meses, mais quatro amigos da atriz.

Sharon Tate na porta de sua casa.

E ainda com sangue das vítimas (todos acreditam que seja de Sharon), Charles Manson escreveu "PIG" (uma gíria que xinga policiais nos EUA, e significa "PORCO" mesmo) na porta de entrada da casa.

E a porta escrita "PIG" com sangue:
Mesmo após a inauguração do estúdio, ela permaneceu lá.

Quando Reznor adiquiriu a casa, ele disse que a porta ficaria no local.
E o trecho abaixo é retirado da auto-biografia do Marilyn Manson, onde ele conta o fato estranho ocorrido no local, durante uma pergunta da repórter:

Foi assustador trabalhar na casa de Sharon Tate?

"Uma coisa estranha que aconteceu foi que nós estávamos mixando a música “Wrapped In Plastic”, que é sobre como a típica família americana embala seus sofás com plástico e a questão, “ele vai manter a sujeira fora ou ele vai deixar a sujeira por dentro?”.
Às vezes as pessoas que parecem as mais limpas são na verdade as mais sujas. Nós estávamos usando um computador porque tínhamos amostras e seqüências. Enquanto estávamos trabalhando naquelas, as letras de Charles Manson do “My Monkey”(que por acaso foi remixada alguns dias depois, pois ainda nem estava totalmente escrita) começaram a aparecer no mix. 
De repente, nós ouvimos na música, “por que uma criança chega à um ponto e mata seu pai e sua mãe?” (Why does a child reach up and kill his mom and dad?").
E nós não conseguíamos entender o que estava acontecendo. O refrão de “Wrapped In Plastic” é, “venha em nossa casa/espero que você fique” (Come into our home/Hope you stay").
E estávamos na casa de Sharon Tate, só eu e Sean Beavan (o produtor de gravação). Nós ficamos totalmente assustados e a gente ficou assim, tipo, “já chega por hoje”. Nós voltamos no dia seguinte e ela estava normal. As amostras de Charles Manson não estavam nem na fita mais. 
Não há explicação lógica ou técnica do porquê que elas apareceram. Foi um momento sobrenatural verdadeiro que me deixou doido."

Foto rara dentro do estúdio Nothing Records, durantes as gravações do álbum.

O trecho em questão que surgiu no mix, na verdade nem foi usado nas músicas do 1º disco do Marilyn Manson. Será que realmente aconteceu algo sobrenatural no estúdio?
Porque convenhamos, o Marilyn MANSON gravando um disco com um trecho da música do Charles MANSON no local onde a Sharon Tate foi morta?
Sinistro seria se nada acontecesse, certo?

sábado, 4 de janeiro de 2014

Coleção Zumbis Marvel

Fala galera!

Acredito que essa coleção vai agradar muita gente, desde os fãs da Marvel como os fãs de zumbis!
Lançado no final de Dezembro de 2013, a Coleção Zumbis Marvel chegou as bancas.


Originalmente publicado em 2005, foi um sucesso tão grande que virou um universo dentro do universo da Marvel. A coleção conta com quatro volumes (até agora lançados 2), e no 1º volume vem um case pra guardar a coleção.

Capa do volume 1.

Imagine todos os personagens do universo Marvel: heróis, vilões e anti-heróis.
Já brigaram muito, certo? Agora imagine esses mesmos personagens... destroçando o planeta e movidos por fome de carne humana!

Capa do volume 2.

Os campeões não existem mais nessa linha alternativa. São apenas monstros, e o mais legal é que eles mesmos tem consciência disso, pois seus cérebros permaneceram intactos (ou não, até o final da história), mas claro que cedem a fome monstruosa. Os seres humanos serão capazes de sobreviver? E alguns dos personagens mais fortes da Marvel sobreviverão ao ataque maciço dos heróis mortos-vivos?


Com acabamento de primeira, 164 páginas por edição, e algumas histórias inéditas no Brasil, a coleção é item indispensável para colecionadores e amantes do gênero!
E pra quem tem dúvida se o material é ótimo: toda capa é uma sátira (pois as histórias são carregadas de humor negro) de antigas capas clássicas da Marvel. E pra arrematar, a saga foi escrita por ninguém menos que Robert Kirkman (o mesmo autor da série "Walking Dead").

Algumas das capas clássicas: alteradas para o podridão do tema! Bom pacas!

 Claro que é lógico que é altamente indicado, então corra pras bancas e se divirta!